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Esclareça suas dúvidas acerca do fundo de reserva para condomínio!

Esclareça suas dúvidas acerca do fundo de reserva para condomínio!

As questões referentes ao fundo de reserva exigem bastante atenção dos síndicos. De fato, qualquer decisão equivocada sobre o assunto pode trazer uma série de complicações.

O melhor caminho, nesse caso, está em conhecer a fundo as regras sobre o tema. E então, fazer todo o planejamento de maneira estratégica.

Dessa maneira, torna-se muito mais simples lidar com situações inesperadas e negociar com os moradores os valores necessários. Outro ponto importante está na boa administração desse tipo de suporte.

Ao entender as regras e as obrigações de cada um, todo o trabalho preserva o funcionamento do condomínio. Quer saber mais? Vamos tirar todas as suas dúvidas sobre o fundo de reserva para condomínio. Acompanhe!

Entenda como funciona o fundo de reserva

O primeiro passo para tomar boas decisões relacionadas ao fundo de reserva é entender o seu funcionamento em detalhes. Trata-se de um estoque financeiro para atender aos imprevistos que podem surgir no condomínio.

Ele é constituído para garantir que o síndico consiga lidar com questões urgentes. Dessa forma, ele não precisa se preocupar em levantar dinheiro de última hora. 

Ainda, o fundo pode ser utilizado também para aquelas situações que não se refiram aos gastos rotineiros de manutenção do edifício, por exemplo: obras de reformas e pintura das fachadas.

O fundo de reserva não é obrigatório, mas para a sua constituição é necessária a previsão em Convenção do Condomínio. Dito isso, posteriores alterações na forma de arrecadação devem ser votadas em assembleia, com aprovação de 2/3 dos condôminos.

O valor do recolhimento, de modo geral, gira em torno de 5% a 10% da taxa condominial. 

Veja quais são suas utilidades

Além de facilitar a vida do síndico e agilizar os reparos no condomínio, o fundo de reserva permite efetuar obras, manutenção ou solicitações especiais.

Por exemplo, quando um cano estoura e precisa ser consertado de forma rápida por trazer riscos aos moradores ou ao patrimônio. Logo, o fundo entra em cena para que tudo aconteça rapidamente. 

Esse suporte permite que o condomínio e a rotina dos moradores continuem da mesma maneira independentemente dos problemas.
Tudo isso com foco em preservar a saúde financeira do condomínio em longo prazo. 

Outro ponto importante diz respeito à necessidade de reposição do fundo reserva. Se o fundo de reserva for utilizado para as questões emergenciais que envolvam gastos rotineiros de manutenção do edifício, é necessário efetuar a devida reposição, com a ratificação em ata na próxima assembleia. 

Para as demais situações, tais como realização de obras, a reposição não é obrigatória, porém é necessário observar as regras de quórum de votação para aprovação das reformas. 

Defina o responsável pelo pagamento

Para garantir que a arrecadação do fundo de emergência seja realizada da maneira correta, selecionar o responsável pelo pagamento é indispensável.

Em imóveis alugados, por exemplo, existem muitas dúvidas sobre o assunto e vale lembrar que essa questão deve ser informada no momento da locação pelas pessoas responsáveis, como imobiliária ou proprietário.

Em resumo, o responsável por esse tipo de pagamento quando o apartamento está alugado é o locador. Afinal, as reformas são consideradas despesas extraordinárias. 

Se o fundo de reserva for utilizado para suprir gastos urgentes e rotineiros, com a necessidade de posterior reposição, em regra a obrigação de pagamento será do locatário.

Caso essa questão gere algum tipo de polêmica, o mais indicado é consultar a Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/91), que trata da responsabilidade pelo pagamento das despesas ordinárias e extraordinárias. 

Pesquise boas práticas de gerenciamento

Gerenciar um fundo de reserva exige um cuidado especial do síndico. Na prática, não é raro que alguns moradores considerem as despesas desnecessárias, porém, cabe ao responsável pelo cargo avaliar a real necessidade.

Para manter uma gestão transparente, o ideal é aprovar a utilização do fundo de reserva em assembleia.

Pronto! Agora você já sabe como funciona o fundo de reserva. O mais importante é ter em mente as vantagens desse tipo de suporte, para tomar decisões com base em estratégias definidas previamente.

Como resultado, a gestão do síndico se torna mais eficiente e a realização do trabalho ganha em praticidade. Gostou das informações do artigo? Então deixe seu comentário no post e nos conte como administrar o fundo de reserva.

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